31 de out de 2007

PRECISAMOS MORRER TODOS OS DIAS

Nós estamos acostumados a ligar a palavra morte apenas à ausência de vida e isso é um erro. Existem outros tipos de morte e precisamos morrer todo dia.

A morte nada mais é do que uma passagem, uma transformação. Não existe planta sem a morte da semente, não existe embrião sem a morte do óvulo e do esperma, não existe borboleta sem a morte da lagarta, isso é óbvio! A morte nada mais é do que o ponto de partida para o início de algo novo. É a fronteira entre o passado e o futuro." Se você quer ser um bom universitário, mate dentro de você o secundaristaaéreo que acha que ainda tem muito tempo pela frente.


Quer ser um bom profissional? Então mate dentro de você o universitário descomprometido que acha que a vida se resume a estudar só o suficiente para fazer as provas. Quer ter um bom relacionamento, então mate dentro de você o jovem inseguroou ciumento ou o solteiro solto que pensa poder fazer planos sozinho, semter que dividir espaços, projetos e tempo com mais ninguém. Muitas pessoas não evoluem porque ficam se agarrando ao que eram, não se projetam para o que serão ou desejam ser. Elas querem a nova etapa, sem abrir mão da forma como pensavam ou como agiam. Acabam se transformando em projetos acabados, híbridos, adultos "infantilizados".

"O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis." (Fernando Pessoa)

Paulo Angelim - 40, Arquiteto(UFC); Pós-Graduado em Gestão de Marketing(UECE); Empresário Imobiliário (Sócio-diretor da VIVA Imóveis)

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