12 de nov de 2007

REENCARNAÇÃO - OUTROS CASOS

Muitas pessoas procuram pro­vas da existência da reencarnação com determinação incrível. Ou­tras parecem ter nascido acreditando nisso, como se fosse uma verdade que sempre fez parte de­las. O fato é que, a fé é bela, mas a lógica ajuda. Nossas mentes não estão mais tão entregues à ré e pre­cisamos que certas coisas façam sentido. Precisamos conhecer as regras.

Nada mais interessante para isso ao que mostrar alguns casos que comprovam que não estamos birutas. Alguns se tornaram famosos, enquanto outros ainda são desconhecidos. O que mais atrai em todos esses casos é que eles poderiam aconte­cer com qualquer um de nós.

O Porão Oculto

Uma paciente submetida à hipnose contou ter sido uma judia que viveu durante a perseguição anti-semita em York. Ela contou com detalhes ao hipnotizador Arnall Bloxnam que teve que fugir da cidade para escapar da turba de linchadores, escondendo-se no porão de uma igreja.

Uma equipe de televisão que estava acompa­nhando o caso (o apresentador era Magnus Magnusson) investigou e conseguiu, com as in­formações dadas pela mulher, encontrar a igreja. Apesar de possuir todos os detalhes descritos na sessão de hipnose, a igreja não tinha porão. Como ainda assim o caso era interessante e esta fosse a única falha, foi escolhido para ir ao ar assim mes­mo (estavam fazendo um documentário). Assim que terminaram a primeira parte da re­portagem, um grupo de operários que trabalhava na restauração da dita igreja encontrou por acaso o porão mencionado pela mulher. Ele estivera fe­chado e esquecido por várias décadas e não cons­tava nem mesmo em registros.

O caso do bêbado mirim

Esse aconteceu em 1971, no Sri Lanka (antiga Ceilão), no su­búrbio de Colombo. Um guri de nome Sudith que nem com­pletara ainda os dois anos de idade insistia com sua família que seu nome na outra vida era Sammy. Segundo o garoto, ele vivia em Gorakana com sua mulher, Maggie e que era um vendedor de araca engarrafada (uma espécie de bebida forte destilada de arroz e melaço). Um dia, bebeu demais e brigara com a esposa. Saiu de casa para andar e foi atrope­lado por um caminhão (morreu, claro).

O menino apresentava desde cedo gostos estranbos para uma criança, como araca e cigarros, além de determinado tipo de roupa que não era comum para sua idade. Tinha um temperamento brigão e às vezes, violento, mas também tinha rompantes de generosidade. Ele também vivia insistindo para que o levassem a Gorakana. Um monge foi cbamado e conversou longamente com Sudith. Depois, com anotações em mãos, foi à Gorakana e descobriu o seguinte:

Até seis meses antes do nascimento de Sudith, um homem vivera em Gorasana. Seu nome era Sammy Fernando e ele fora um operário de fer­rovia e vendedor de araca. Teve uma mulher cha­mada Maggie e seu pai chamava-se Jamis. Sammy morrera, segundo testemunhos, atropelado por um caminhão em frente de casa, logo após uma briga com a esposa. Diziam que era um homem violento e brigão, bebia feito um gambá, tinha uma generosidade impulsiva e era fumante inveterado.

O caso atraiu a atenção de muita gente e foi estudado por lan Stevenson, professor de psiqui­atria da Universidade da Virgínia e diretor do De­partamento de Estudos de Personalidade, no cen­tro médico da universidade. Estudioso sério, Stevenson pesquisou cada detalhe do caso Sudith e não conseguiu encontrar nenhuma falha nos relatos da criança.

Certa feita, a família de Sammy visitou Sudith que, mesmo nunca tendo visto aquelas pessoas, correu para a mulher, cha­mando-a de Maggie. Abra-çou-a, disse que a amava e culpou-a pela sua morte. A criança também tinha medo de policiais e um ter­ror patente de caminhões.

Guerreiro, sempre

Em dezembro de 1917, o capitão George S. Patton, um americano que nunca tinha pisado naquela região, desembarcou em Langres, uma pequena cidade ao nordeste da França. Um ofici­al francês logo se ofereceu para mostrar a cidade ao capitão, que prontamente respondeu: "Não será preciso. Eu a conheço muito bem!"

No local da cidade esteve, na Antiguidade, um acampamento romano e Patton afirmara sem titubear que já vivera na França como um legionário romano. Os papéis se inverteram e foi Patton a mostrar a cidade aos oficiais lo­cais, apontando onde haviam sido os locais de antigos templos romanos, do anfiteatro, do campo de treinamento, do fórum e até o local onde Júlio César montara seu acampamento.

Patton acreditava em reencarnação e cos­tumava creditar seu sucesso na área militar ao fato de já ter sido soldado em outras vidas. Na Segunda Guerra Mundial, um general britâ­nico chegou a cumprimentá-lo pelo talento no que fazia, dizendo: "Você teria sido um grande marechal de Napoleão, se tivesse vivido no sé­culo XVIII". Ao que Patton, com um sorriso, respondeu: "Mas eu fui!".

Por Eddie Van Feu
Este é o quarto artigo de uma série de postagens, elaboradas a partir de um trabalho original de Eddie Van Feu, escritora e jornalista, que faz do assunto vidas sucessivas um tema apaixonante.
Extraído da série "
Wicca", n. 35 (Reencarnação), Editora Modus

1 Comentário:

Um olhar para dentro disse...

Caramba Marcos, estava lendo os relatos acima e fiquei impressionada.
Uma vez eu estava andando na rua, numa cidade onde nunca tinha estado antes e uma senhora me abraçou e disse... obrigada deus... eu lhe pedi que a visse uma última vez e o senhor me permitiu. Ela está ainda mais linda e forte. Ai me olhou e disse... minha filha, te amo muito e depois sumiu. Que coisa mais louca, mas acredito que ela tenha me confundido com alguém que morrera. Até porque ela teria idade para ser minha bisavó e não minha avó.
Essas coisas que não conseguimos explicar... mas ela me deu um longo abraço, eu retribui e acho que ela ficou em paz... e mesmo tendo achado aquilo tudo muito louco... eu tb fiquei.
Beijos e claro q pode add. Farei o msm!
Um lindo dia

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