28 de out de 2008

SOMOS INVISÍVEIS ?

É bem possível que uma grande maioria de nós já tenha se questionado. Acontece quando se entra em uma loja e o atendente nos ignora. Em muitas outras oportunidades, buscamos ajuda e somos solenemente ignorados. É como se fôssemos invisíveis. Para nós que cremos na imortalidade, que estudamos a respeito da vida que nunca cessa, o primeiro pensamento que nos acode é: Será que eu morri e não me dei conta? Será por causa disso que as pessoas não me vêem, não me respondem?

No entanto, de um modo geral, quase todos nos movemos no mundo sem darmos atenção aos demais. É assim que caminhamos pela rua, olhando para frente, atentos a tudo, menos às pessoas. Esbarramos nos passantes e continuamos em frente, ao encalço do nosso objetivo, sem nos determos sequer para pedir desculpas. É assim que, quando se abrem as portas dos coletivos urbanos, saímos como quem precisa apagar incêndio logo adiante.

Existem os que vão abrindo caminho, à força. Pisam nos pés alheios, mas prosseguem andando. Na ânsia de alcançar o seu destino, rapidamente, carregam consigo o que estiver no caminho, mas nunca se detêm a pedir desculpas. Porque nada vêem, nada sentem, nada percebem. Somente eles existem. Em filas de cinema, supermercados, bancos, repartições, a questão não é muito diferente. Para tais pessoas, não existe ninguém mais do que elas mesmas. E o seu problema, a sua dificuldade.

Se estamos no rol dessas pessoas afoitas, insensíveis, que somente vêem a si mesmas, detenha-se por um momento. Por um minuto apenas, olhe ao redor, observemos, respeite os que compartilham o mesmo ônibus, a mesma lanchonete, a mesma repartição pública. O fato de termos que resolver muitas questões não está dissociado da possibilidade de sermos gentis, delicados, atenciosos. Não nos impede de olharmos ao redor, de ceder o lugar a um idoso, uma grávida, alguém com dificuldade física.

Pensemos que tanto quanto nós não desejamos ser tratados como invisíveis, não devemos assim proceder com relação aos demais. Somos todos humanos, necessitados uns dos outros. Ajamos pois, como quem já se alçou à humanidade e deseja prosseguir caminho, praticando a arte da gentileza. Tão simples e tão necessária.

A partir de mensagem do Momento Espírita. Leia texto integral

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