10 de jan de 2009

A FELICIDADE POSSÍVEL


"Eu estava lendo um artigo do Angel Blog (Vende-se tudo), que falava de pessoas que iriam se mudar de um país para outro e tiveram que se desfazer de tudo o que tinham de material. Mas na vida o que vale é o que se leva no coração,os sentimentos, o bem que se faz para os outros e para si.
Estava pensando em tudo isso (e na minha vida). Que tive um marido maravilhoso um companheiro, um amigo... Mais não sei se fiz tudo que eu poderia fazer por este amor. Agora que não tenho mais ele acho que não falei tudo o que queria ter falado. Do quanto o amava e amo e o quanto ele era importante para mim. Como é a vida... Precisa acontecer certas coisas para que a gente dê valor para o que se tem de mais precioso: um grande amor. Eu posso disser que fui muito feliz e que amei e fui muito amada, só que deveria ter demonstrado muito mais o que senti por essa pessoa. Sempre fica um ponto de interrogação. Será que deveria ter feito mais, ter curtido mais, ter falado mais o que sentia? Fique com Deus meu amor um dia vamos nos encontrar."
Giselda

Os relacionamentos são a experiência mais importante de nossa vida. Sem eles, não somos nada. Isso porque nós só sabemos quem somos quando nos relacionamos com alguém. Felizmente, não há um sequer de nós que não tenha um relacionamento. Tudo que sabemos e experimentamos a respeito de nós mesmos vem através de nossos relacionamentos, que são essenciais para nossa felicidade. Bem por isto, o escritor Neale Donald Walsch (autor de "Conversando com Deus"), disse que "todos os relacionamentos são sagrados". E explica: "Em algum lugar, bem dentro de nosso coração e de nossa alma, sabemos disso. Daí em nosso imenso desejo de multiplicar os relacionamentos e de que tenham significado". E não entendemos porque temos tantos problemas nas relações.

Mas, via de regra, os conflitos resultam das dificuldades de dar importância ao outro, utilizando o conceito romântico, mas absolutamente realista e necessário, de que "somos um só". Falo da imensas possibilidades de um relacionamento feliz, sincero, cúmplice, companheiro... Algo que, como no depoimento acima, por vezes só percebemos quando já não mais o temos.

Por isto, espero que possamos (todos) aprender mais sobre as relações e melhorá-las. Espero que todos nos lembremos de como amar. Já soubemos como amar. Sabíamos como viver sem expectativa, sem medo, sem necessidade de dominar o outro ou de ser superior a ele. Se conseguirmos retornar a essa condição, poderemos curar nossas vidas, curar nosso verdadeiro amor e conhecer a felicidade possível.

1 Comentário:

b disse...

Obrigada.
Moro com um homem, separado não judicialmente da mulher há 10 anos.
Ele, pessoa controversa, mas isto é fruto de uma infância instável e infeliz.
Ele, homem gentil e amigo.
Tenho dúvidas se ele gosta da minha pessoa ou se precisa de minha compania apenas.
Nem ele sabe, eu acho.
O que sei, é que pedi que ele fosse pelas férias ao Rio, e ficasse por uns dias.
Um tempo.
Mas, independentemente da questão de relação homem-mulher, o que sinto, com humildade e responsabilidade, é que, no momento, até o momento, ele tem se alimentado do jeito que sou e se transformado numa pessoa menos pesada.
Tenho medo de estar "pecando" por estar com um homem casado no papel, embora de fato não, há muito.
E, se todo relaionamento é sagrado, deve ser porque se troca vida e vivência a partir disso.
Tomara!

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