3 de fev de 2009

A VIDA NUNCA MORRE

Na sociedade em que vivemos, a morte é ainda encarada como tabu. É assim que, habitualmente, quando morre alguém na família, as crianças são afastadas sob o pretexto de que não suportariam a tragédia. Alguns costumam mandar as crianças para as casas de parentes e, para explicar a ausência do que morreu, inventam histórias de que mamãe ou papai ou o irmãozinho foi fazer uma longa viagem. A criança percebe que algo está errado.

Esse tipo de comportamento nos leva a pensar que a morte ainda se constitui em um acontecimento medonho, pavoroso, do qual se busca preservar a infância. Recordamos que, através do tempo, o homem tem manifestado seu terror da morte de várias formas. Os hebreus consideravam o corpo do morto como alguma coisa impura, que não podia ser tocada. Os índios americanos falavam de Espíritos do mal, no trânsito da morte, e os buscavam afugentar atirando flechas para o ar.

Tudo isso demonstra que o homem não mudou muito. Contudo, a vida nunca morre e a morte não passa de mera transição. Que morre o corpo mas o espírito prossegue vivo, com todas suas virtudes, paixões, amores, conquistas. No mundo, o espiritual, para onde nos dirigiremos, não estaremos sós. Nos aguarda o carinho dos amigos que nos precederam, dos afetos desta e de outras vidas. Morrer é, em verdade, um grande reencontro.

A partir do artigo Sobre a morte e o morrer, do Momento Espírita. Leia texto integral.

3 Comentários:

Marimar disse...

Cheguei até vocês em momento muito difícil da minha vida, que foi a passagem do meu amor, meu melhor amor e amigo. Desencarnou também vítima deste mesmo tipo de violência, mas espero e creio que por sua bondade, também tenha se sentido tão bem com uma passagem tranqüila.

Por isso e outros motivos, gostaria de receber o livro através de e-mail.

Grata e que Deus nos abençoe.

Anônimo disse...

Olá amigos dessa maravilhosa comunidade. Acho muito bom vocês colocarem as mensagens além-túmulo dos seus familiares aqui, com esclarecimentos de quem as pessoas citadas são. Porém, sinto falta do registro de como foi a abordagem com o médium, ou seja, informações se o médium entrevistou ou não vocês, quais as informações que foram passadas para ele e quais não foram. Sei que aqui ninguém tem dúvidas do fenômeno, mas seria bom se pudéssemos usar esses casos para incentivar o interesse de pesquisadores sobre o assunto, comprovar para mais pessoas - sei que para todas é impossível - que a mediunidade existe e entendê-la um pouquinho mais, como ela opera, as alterações no organismo do médium e outras coisas.

Márcia disse...

Sempre fomos recebidos com o maior carinho pelos trabalhadores da casa, pois chegamos sempre por voltas das 17h00 em Uberaba.
A partir das 18h30, se organiza uma fila, a qual você irá passar a seguinte informação para os colaboradores da casa: nome e data de nascimento e desencarne do ente o qual deseja receber uma mensagem . Do lado de fora, num corredor, mais ou menos no mesmo horário o médium "Celso", está disponível para que "quiser" conversar e cumprimentá-lo.
Terminado o trabalho, as psicografias são lidas e recebemos a mensagem com uma fita cassete.

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