28 de out de 2009

REENCARNAÇÃO : CONFISSÕES DE UM CÉTICO

PROMOÇÃO LIVRO "A VOLTA"

Como devo colocar isso? Eu não acredito em reencarnação. Não nesta vida. Acho que Fitzgerald estava certo: a vida não possui segundo ato. Um dia eu vou morrer e que vai ser isso. Assim, firme como uma rocha, era minha opinião sobre o assunto.

Assim, quando o meu agente -- que acredita em tudo -- pediu-me para escrever um livro sobre reencarnação, eu disse: "Claro".

Por que escolher um cético hard-core, um jornalista marinado no cinismo para escrever um livro sobre algo tão etéreo e cheio de esperança como a fé. Seria como tornar a raposa racionalista e soltá-la no galinheiro paranormal?

Obviamente, ele precisava de um descrente, um excêntrico cínico para demonstrar que estava certo. Quem melhor para atestar a integridade do relato? Mas eu gosto de olhar em quartos proibidos e cutucar uma dor de dente. Então, para fazer este livro -- "A Volta" (Editora BestSeller, 320 págs, R$.19,90 -- eu teria que de "passar por cima" de uma série de preconceitos e medos. É que a criança que é o tema deste livro, James Leininger, morava em Lafayette, Louisiana (EUA), uma parte do país em que tive uma experiência de quase-morte.

Em 1971, quando eu era repórter do "Newsday em Long Island", fazia campanha para governador do Mississippi. Nós percorremos todo o Delta do Mississipi e, quando dirigiamos através da estrada, ouvi o som das balas zunindo pelo pára-brisa. O acidente (ou atentato) foi marcante, mas sobrevivi. Então, é assim que eu me lembrei do sul. Com medo e descrença.

* * *

Mas isso era 2007 e James Leininger vivia na planície costeira da Louisiana, numa cidade chamada Lafayette. Seus pais, Bruce e Andrea Leininger eram um casal bonito. e pouco sofisticado. Ela tinha sido uma bailarina em Nova York e ele estudou ciência política na Columbia Universidade. Agora, ele estava trabalhando do Departamento PEssoal de uma indústria do petróleo.

Quando cheguei lá, e começamos a trabalhar no livro, eles não tinham uma idéia clara de como essa história se desenrolou -- apenas que algo milagroso tinha acontecido a seu filho James. Foi um processo doloroso e desagradável -- juntar tudo, obter as seqüências, verificar detalhes, encontrar a estrutura certa... Juntos, estabelecemos prazos e colocamos tudo no papel.

No ano de 2000, quando James tinha acabado de completar dois anos, ele começou a gritar dormindo. Era praticamente ininteligível, mas pareceu ser acerca de um piloto da Segunda Guerra Mundial que morrera na batalha de Iwo Jima. No início, era apenas uma criança tendo pesadelos. Mas, lentamente, James Leininger começou a entregar os incríveis detalhes precisos, falar com coerência, acrescentar fatos estranhos -- minúcias sobre o piloto James Huston -- à sua vida e história. As informações divulgadas, de tal amplitude e diversidade, tornaram-se impossíveis de serem ignoradas, e mesmo agora, eu que ainda não acredito em reencarnação, na verdade não tenho nenhuma explicação razoável para que a história.

Eu ouvi pessoas dizerem: oh, ele deve ter sido treinado, ou influenciado por programas de tv. Mas ele era uma criança em suas fraldas, ainda chupando chupeta. Como ele poderia ser treinado para conhecer as características de vôo da Segunda Guerra Mundial? Como ele poderia saber os nomes dos navios e os marinheiros que haviam tomado parte em uma batalha em determinado momento da história?

James Leininger foi examinado e testado por Carol Bowman, uma autoridade no assunto das crianças que supostamente têm lembranças de "vidas passadas". Ela atestou sua autenticidade. James já tinha aparecido na televisão e foi reconhecido pela comunidade paranormal como o caso mais autêntico de reencarnação. Crianças que reportam "vidas passadas" representam um fértil campo dos estudos nos Estados Unidos. Diversas universidades têm departamentos dedicados exclusivamente ao seu estudo.

Era sempre de Bruce leininger, o pai, a intenção de desbancar a história do filho. Ele era um cristão evangélico e achava que a prova da reencarnação prejudicaria a sua fé. Andrea aceitava a hipótese paranormal com mais facilidade, mas Bruce viveu por anos um drama religioso. Ao longo do tempo, ele descobriu que havia uma reunião anual dos membros do navio que seu filho havia nomeado como seu próprio durante o sono. Se ele pudesse provar que não houve aeronaves do tipo Corsair na batalha de Iwo Jima (avião que James insistia ter pilotado na guerra), conseguiria fortalecer sua fé. Bruce começou a freqüentar as reuniões dos membros sobreviventes da tripulação de "Natoma Bay", um porta-aviões que participou da batalha. Ele reuniu fatos, confirmando todos os dados revelados por seu filho James.

Mas algo estranho aconteceu. Durante o curso de sua busca para desmascarar a história, Andrea rastreou as famílias dos tripulantes mortos e finalmente encontrou a irmã de James Huston, Anne. A irmã nunca tinha tido qualquer contato com o navio ou com as reuniões. Ainda assim, ela estava curiosa sobre James Leininger. Ela estava velha e era difícil para ela viajar à Califórnia. No entanto, assim que ela enviou um lote de fotografias do seu irmão tomadas durante a guerra, em algumas das fotografias havia James Huston em pé na frente de uma Corsair.

Havia outras coisas estranhas. Quando ela enviou a James Leininger um desenho que a mãe fez de James Huston, a criança perguntou onde estava o outro retrato. O quadro estava esquecido no sótão da casa de Anne, onde permaneceu durante sessenta anos, e era um desenho da pequena Anne. A mãe de ambos havia feito dois desenhos de quando eles eram crianças. Como poderia James Leininger saber? Anne estava atordoada. Ninguém sabia do retrato. Exceto seu irmão morto.

* * *

Como eu disse, eu não acredito em reencarnação. Eu sou um cético, racionalista secular. Mas eu não tenho nenhuma explicação razoável para a história de James Leininger / Huston Jr..

9 Comentários:

Dayse Maria disse...

Queridos irmãos,
Decidi relatar minha história, pois foi de grande emoção e tranquilidade para meu espírito.
Eu e meu pai tínhamos uma relação muito forte até os meus cinco anos, mas foi nessa época, que minha irmã, de apenas 23 anos desencarnou, vítima de um problema diagnosticado como "colapso cerebral".
Após essa fatalidade, ele tornou-se agressivo e passou a dizer que eu não era sua filha. Isso durou mais de 13 anos, o que doía enormemente no âmago do meu ser.
No período emque meu pai sofreu para desencarnar, com uma grave enfizema pulmonar, eu cuidei dele com todo o carinho que não havia recebido durante a nossa convivência. E eu queria que ele sobrevivesse, para um dia, quem sabe, pudéssemos "resolver o mau resolvido".
Foi então no mêsde outubro, faltando 18 dias para o meu aniversário, que meu pai partiu para a vida verdadeira.
Sempre fui muito questionadora e sabia que a vida não se encerraria ali, pois havia lido um único livro chamado "O aqui e o além", que tratava da vida além da vida.
Sofri muito a perda do meu pai, mas fui forte e segui meu caminho!
Quinze dias após a sua partida, minha mãe nos chamou para levarmos flores em seu túmulo, foi então que a ficha caiu, pois o túmulo ão foi fechado como deveria e o odor podre invadiu minhas narinas, mostrando-me cruamente que o corpo nada mais é que uma vestimenta útil, porém descartável do espírito.
Chorei muito, saí correndo do cemitério e não consegui dormir naquela noite. Porém, em um momento que me lembro claramente, parecia que me encontrava anestesiada na cama, via meu corpo lá deitado, porém eu flutuava. Não compreendia ainda que me desdobrava. Fui levada a um hospital bem claro e branco, e seguindo por um corredor em que quartos limpos, perfumados e iluminados, encontravam-se duas camas em cada um, e qual não foi minha surpresa ao ver meu pai em uma cama da direita de um quarto. Eu me aproximei, olhei fixamente para ele e, abrindo os olhos ele abriu os braços e disse: - "Roguei que viesse, simplesmente para dizer que te amo!" E ficamos abraçados assim, enre lágrimas, até que fui chamada ao meu corpo com o raiar do dia eo o sol batendo em meu rosto.
Creio na realidade deste fato, e embora tendo ocorrido tão próximo do desencarne de meu pai, ele quis dizer-me aquilo que eu sempre desejei ouvir de seus lábios de encarnado!
Hoje, espírita há quase 20 anos, tarefeira assídua na seara do Cristo, encontro-me ciente dos erros passados, das encarnações que vivemos e o motivo de tantos erros, sinto a presença de meu querido pai ao meu lado, ouço seus conselhos e sei, que ele, Francisco, meu pai nesta vida me perdoou e eu o perdoei.
Sabemos do amor universal que nos une e esperamos o reencontro, quando chegar a minha hora de deixar esse plano e viver a vida verdadeira!
Obrigada pela oportunidade de dividir com todos, esse fato maravilhoso ocorrido nesta minha existência na Terra!

Muita paz!

Dayse Maria de Souza

Roberto disse...

Caros amigos que Deus ilumine a todos.
Envio a vocês uma história real que aconteceu comigo, que mando em anexo.
Meu nome é Roberto Rodrigues Moura.
Moro em Santos/SP.

Roberto disse...

O amor sempre vence
Tudo começou no colégio em um curso profissionalizante onde duas pessoas se encontram e após alguns dias se entrosaram de tal maneira que se enamoraram. Foram momentos felizes onde respiravam o mesmo ar, viviam um para o outro participando de todas as coisas que se apresentava com muito amor e carinho.
Nada mais existia que não fosse aquele mar de rosas que a beleza do amor apresentava e sonhos foram construídos, ilusões que a vida permitia para um futuro próximo. Pensavam em se casar como todos os casais normais terem filhos e juntos lutariam contra o mundo.
Infelizmente a vida apresenta algumas tempestades como se quisesse testar até aonde o amor resiste.
Devido a problemas de trabalho que faziam com que por diferenças de horário houvesse algum desencontro e a insegurança normal da juventude e o maldizer de algumas pessoas que plantando a dúvida da infidelidade fez com que esse jovem casal de namorados viesse a brigar, e com as brigas apesar de se amarem, veio à separação. Cada um segue seu caminho e o desencontro faz com que cada um siga caminho diferente e com isso ao passar do tempo, vivendo outra vida, ou seja, em lugares diferentes acabaram formando famílias, mesmo com o coração sangrando tentaram ser felizes.
A saudade foi cruel, atormentava sempre que, em algumas horas de solidão ela era a companheira dos dois e machucava intensamente seus corações nunca permitindo que cicatrizasse a ferida que ficara em suas almas. À medida que aparecia algum problema em suas vidas, um pensava no outro e como se tivessem combinado resolviam suas aflições como resolveriam se estivessem juntos, eles não entendiam, mas estavam ligados por uma força misteriosa, tempos depois ela viera a falecer e ele nunca soube do acontecido.
A vida segue e ele casado enfrenta problemas com a saúde de sua esposa e desesperado pede a Deus que se tiver que levar alguém que o leve, pois ela faria mais falta aos filhos do que ele. Está doente não podendo trabalhar e assim pensa enquanto sua mulher luta pela vida no centro cirúrgico.
No corredor do hospital ao estar encostado perto de uma janela vê uma pessoa conhecida e seu coração dispara, já fazia muito tempo, mais aquela imagem nunca fora esquecida, ela se aproxima e pergunta se ele ainda se lembra dela, mesmo quase sem voz ele diz que sim, conversa pouco e então ela se afasta desaparecendo no labirinto daqueles corredores. Sua esposa se salva e a vida continua, em seu peito novamente o coração sangra imperdoável, porém segue seu caminho e a vida volta a perturbá-lo; cinco anos após surgem mágoas que estão fazendo desabar seu casamento e o desejo de procurar seu ex-amor aumenta e então sai à busca não tinha mais nada a perder. Novamente o destino volta a agir impiedoso e permite que ele encontre pistas e descobre para seu espanto que ela havia falecido há doze anos. Ele quase enlouquece, pois a havia visto e conversado a menos de cinco anos, achando que era alguma brincadeira dos amigos, vai embora, mas, não desiste até que ao conversar com algumas amigas dela descobre que ela partira e confirma no cemitério o túmulo em que repousa sua amada.
O que aconteceu, ele posteriormente conseguiu entender depois de muito pensar e um dia ao dormir sonha com ela que no sonho lhe diz:- Quando você pediu para morrer no lugar dela eu vim para te dar forças meu amor, ao ver seu desespero e aflição naquele momento resolvi atuar no centro cirúrgico com os socorristas, não se desespere esperarei até que sua missão se complete, para então seguirmos juntos até onde Deus quiser. Você é minha alma gêmea e com a graça de Deus voltarei para te buscar, a nossa missão nessa vida era que seguíssemos separadamente para cumprir as missões a que nos propusemos, salve seu casamento que é um contrato espiritual que não deve ser rompido, vocês estão vencendo débitos do passado então não desperdice a oportunidade que foi dada a vocês.
Não se atormente meu amor porque logo estaremos juntos por toda a eternidade, que Deus te abençoe.

Elíria disse...

Participar do sorteio
ELÍRIA
eliriams@hotmail.com

Vilma disse...

Promoção livro "A Volta"
Vilma
vmontoia@hotmail.com

Ilana disse...

Meu nome - Ilana Venturi

ilana@iprj.uerj.br

Art disse...

Como depoimento sobre reencarnação (e ingresso para o sorteio), tenho um curta passagem para relatar. Visitei minha filha adotiva, em MG, muitos anos atrás, em seu aniversário de 4 anos. Estávamos passeando de mãos dadas, na calçada, quando ao passarmos em frente a uma concessionária Volkswagen ela parou de repente e, olhando para a vitrine, apontou pra um Fusca e disse: "Olha, pai! Um Fusca!". Eu então perguntei se ela gostava de Fuscas, e ela respondeu: "Adoro Fusca! Quando eu ERA HOMEM EU TINHA UM!"... Foi o bastante para me convencer sobre reencarnação. Abraços!

Partida e Chegada disse...

Art,

Precisamos de seu e-mail para inscrevê-la na promoção do livro "A Volta". Aguardamos retorno. Marcos

Pedro Siqueira disse...

Pedro Siqueira
Morador de Araraquara (SP)
Assunto: solicita participação em sorteio de livro

e-mail válido: psiqueira522@gmail.com

Grato

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