11 de nov de 2009

"A VOLTA" : CASO É O MELHOR JÁ ESTUDADO, DIZ BOWMAN

"A Volta descreve o caso de James Leininger, um exemplo espetacular do fenômeno das crianças que parecem se lembrar de vidas anteriores. Temos sorte de que um dos nossos guias para a história é o pai de James Bruce, que aborda a situação com uma atitude crítica. Sua insistência em dúvida cada uma das informações até que possa ser verificada faz a eventual conclusão de que os pais de James alcance - que ele é realmente lembrar a vida de uma Guerra Mundial, falecido piloto II - bem merecido. Quem estiver interessado na possibilidade de memórias de vidas passadas, ou alguém que pensa que pode ser facilmente descartadas, precisa ler este livro. " - Jim B. Tucker, MD, professor assistente de psiquiatria e ciências Neurocomportamentais na Universidade de Virgínia e autor do Vida Antes da Vida: A Investigação Científica de Memórias de crianças de Vidas Passadas

A história de James Leininger ("A Volta", Editora BestSeller-Record) é o melhor caso americano da lembrança de uma vida passada em uma criança entre os milhares que encontrei. Ela é extraordinária porque o pequeno James se lembra desde nomes e lugares de sua vida passada até pessoas e eventos verdadeiros — fatos que podem ser facilmente confirmados. Ele, inclusive, esteve com pessoas que o conheceram em sua vida pregressa, quando foi piloto na Segunda Guerra Mundial.

Creio que esta é a história que finalmente abrirá a mente dos ocidentais céticos para a realidade das lembranças de vidas passadas das crianças. Este livro demonstra como essas lembranças podem trazer profundos benefícios emocionais e espirituais, tanto para a criança quanto para sua família. De algumas maneiras, a história de James não é incomum. Muitas crianças no mundo inteiro têm lembranças de vidas passadas. É um fenômeno natural.

Sei disso porque comecei a coletar e pesquisar esses casos há mais de vinte anos, depois que meus dois filhos tiveram suas próprias vívidas lembranças de vidas passadas. Meu filho lembrou-se de ter morrido em um campo de batalha duran
te a Guerra Civil; minha filha lembrou-se de ter morrido quando criança em um incêndio residencial. Fiquei impressionada quando observei que, apenas por conver¬sar a respeito de suas recordações, ambos ficaram curados de fobias provenientes de suas mortes na vida passada. Cheguei à conclusão de que o mesmo certamente deveria ter acontecido com outras famílias. Entretanto, quando pesqui¬sei livros para compreender o que estava acontecendo com meus filhos, não consegui encontrar nenhum que abordasse os efeitos curativos das lembranças de vidas passadas das crianças, somente livros a respeito de adultos que eram ajudados por meio da terapia de regressão a vidas passadas.

Decidi, então, preencher a lacuna e escrevi "Crianças e suas vidas passadas", c
omo um guia de leitura para os pais que encontram essas lembranças em seus filhos. Depois da publicação do livro em 1997, recebi milhares de e-mails de pais cujos filhos haviam tido ou estavam tendo lembranças espontâneas de vidas passadas. Devido à quantidade de casos, comecei a perceber padrões repetitivos no fenômeno. Algumas crianças começam a falar sobre essas lembranças assim que são capazes disso — algumas quando ainda usam fraldas! Elas surpreendem os pais com comentários do tipo "quando eu era grande antes" ou "quando eu morri antes". Ou, então, exibem comportamentos fora do comum: fobias, pesadelos, talen¬tos que não foram aprendidos e habilidades desconcertantes, ou um estranho discernimento com relação a assuntos dos adultos que elas não poderiam, de modo algum, conhecer em seus dois ou três anos de vida. Algumas lembranças manifestam-se como fortes emoções, como uma profunda tristeza quando elas relatam mortes solitárias em campos de batalha, memórias afetuosas de um cavalo particular ou saudades da outra família, da esposa, do marido, de seus próprios filhos.

Os casos que me chegaram às mãos eram repletos de eventos dramáticos, de assombro e emoções incontroláveis. No entanto, uma coisa estava faltando: fatos que pudessem ser confirmados, que oferecessem uma prova objetiva de que as recordações eram genuínas. Nem meus filhos nem qualquer das outras crianças cujas lembranças eu investiguei conseguiram se lembrar de seus antigos nomes, de onde tinham vivido ou de quaisquer outros fatos reais que pudessem ser confirmados.

É por esse motivo que esta convincente história de James Leininger é tão incomum.
Entretanto, ela não é única. Existe um grande acervo de casos desse tipo confirmados em crianças em culturas não ocidentais. O dr. lan Stevenson, ex-diretor do Departamento de Psiquiatria da Escola de Medicina da University of Virgínia, pesquisou durante quarenta anos lembranças espontâneas de vidas passadas de crianças, começando no início da década de 1960. Em 2007, quando morreu, ele havia rigorosamente investigado e meticulosamente documentado quase 3 mil casos, a maioria na Ásia. Cerca de 700 dessas crianças, geralmente com menos de 5 anos, tinham recordações tão claras de vidas anteriores que se lembravam de seu antigo nome, do lugar onde tinham vivido, do nome de parentes e de detalhes muito específicos, porém triviais, de vidas anteriores, detalhes esses que o dr. Stevenson demonstra que elas não poderiam conhecer. Para cada criança, o dr. Stevenson correlacionou declarações, comportamentos, peculiaridades da personalidade e até mesmo atributos físicos (ele redigiu um trabalho sobre marcas e defeitos de nascença relacionados com vidas passadas) com os fatos da pessoa que a criança se lembrava de ter sido. As semelhanças vão bem além do mero acaso ou coincidência.

No entanto, a maioria dos casos por ele descritos provém de culturas nas quais a reencarnação é uma crença dominante: índia, Birmânia, Tailândia, Sri Lanka, Turquia, Líbano e África Ocidental, o que torna mais fácil para os céticos rejeitar as cons-tatações do dr. Stevenson, porque essas culturas j
á acreditam em reencarnação. Eu sabia que seria necessário um caso extremamente detalhado e verificável de uma família judaico-cristã para abrir a mente dos ocidentais para essa realidade. Entretanto, nem o dr. Stevenson, nem seus colegas estrangeiros, nem eu tínhamos encontrado casos americanos ou europeus com a mesma riqueza de detalhes dos casos asiáticos. Isso era enigmá¬tico e bastante frustrante.

Foi então que, em 2001, recebi um e-mail de Andrea Leininger. À primeira vista, ele era semelhante a muitos outros. Seu filho, James, estava tendo graves e repetitivos pesadelos a respeito da queda de seu avião. O menino, que tinha apenas 2 anos, também era obcecado por aviões e parecia ter um misterioso conhecimento a respeito de aviões da Segunda Guerra Mundial. Ao ler o e-mail de Andrea, notei fatos que se encaixavam em um padrão que eu vira com frequência: pesadelos de eventos
que uma criança não poderia ter vivido em seus dois ou três breves anos de vida, bem como um interesse ou obsessão relacionado ao conteúdo do pesadelo. Trocamos e-mails, e fiquei impressionada com as observações de Andrea. Tive a impressão de que ela e o marido, Bruce, eram pessoas realistas e instruídas que estavam se esforçando para entender o que estava acontecendo com seu filho. Eles estavam buscando desesperadamente uma maneira de minimizar os terríveis pesadelos que tanto estavam perturbando a vida da família.

Fiquei particularmente fascinada pelo vasto conhecimento que James tinha de aviões, de fatos que nem mesmo seus pais conheciam.
Eu disse ao casal Leininger que James estava recordando sua morte em uma vida passada e reiterei as técnicas apresen¬tadas em meus livros: reconhecer o que James estava passando como uma experiência e garantir ao menino que ele agora estava seguro e que a experiência assustadora havia terminado. Outros pais haviam constatado que essas técnicas funcionavam para acalmar o medo de seus filhos e para que eles se desfizes¬sem das lembranças de uma morte traumática em uma vida passada.

Andrea compreendeu. Intuitivamente, ela sabia o que estava acontecendo com James, ou seja, que ele estava sofrendo por causa de recordações genuínas da queda de seu avião. Tranquilizei-a, garantindo-lhe que ela seria capaz de ajudar o filho.
Depois disso, não tive mais notícias de Andrea, e pressupus que isso significava que meu conselho fora útil e que James estava melhor. Mais tarde, cerca de um ano depois, um produtor da ABC entrou em contato comigo para verificar a possibilidade de gravarmos um segmento sobre vidas passadas de crianças. Examinei com atenção todos os meus e-mails e escolhi alguns casos promissores, entre eles os da família Leininger. Tive vontade de saber o que tinha acontecido com James.Telefonei para Andrea em busca das novidades. Ela ficou feliz em me informar que havia seguido meu método e que os pesadelos de James praticamente tinham desaparecido. Excelente notícia! Mas havia mais novidades. Embora os pesadelos tivessem diminuído, e o medo de James a respeito de seu acidente de avião houvesse desaparecido, ele continuava a aturdi-los com novos detalhes sobre sua vida como piloto de caça. Ele se lembrava do tipo de avião em que voava, o nome de seu porta-aviões e o nome de um de seus amigos que era piloto. Fiquei animada porque o caso ainda estava progredindo e tive uma grande expectativa de que o casal Leininger narrasse sua história na televisão. Andrea mostrou-se aberta à ideia, mas precisava consultar o marido.

Quando conversamos, a primeira coisa que Bruce me disse foi o seguinte: "Você precisa entender que sou cristão." Senti que eu havia esbarrado em um obst
áculo, de modo que achei que teria de procurar outro caso para a televisão. Mas em seguida ele me surpreendeu, quando acrescentou: "Mas não consigo explicar o que está acontecendo com o meu filho." Conversamos um pouco mais e senti uma abertura. Bruce estava claramente lutando para manter intacta sua crença cristã, ao mesmo tempo em que tentava entender o que estava acontecendo com James, de modo que precisava desesperadamente explicar a situação por meio de outro argumento, que não a reencarnação.

Percebi o quanto isso era traumático para ele, de modo que o tranquilizei afirmando que tudo isso era normal .
O programa de televisão foi um grande sucesso; a história foi apresentada de maneira clara e imparcial. Todos ficamos satisfeitos. Nos anos seguintes, trocamos dezenas de e-mails. Andrea enviou-me fotos de James e de seus inúmeros desenhos de aviões sendo derrubados. Passamos horas ao telefone conversando animadamente sobre as últimas revelações de James e incríveis coincidências, uma após a outra. Todas elas os levavam cada vez mais fundo na toca do coelho. Tanto para Andrea quanto para mim, cada nova revelação era uma confirmação do que já sabíamos, ou seja, que James estava relembrando uma vida passada de fato. Mas Bruce con¬tinuava a resistir. Cada revelação contribuía para seu conflito. Assim, este livro é tanto a respeito de Bruce quanto de James. Ele estava dividido entre sua profunda crença cristã de que "vivemos uma única vez, morremos e depois vamos para o céu" e o que ele estava presenciando no próprio filho. Por mais ardua¬mente que tentasse, ele não conseguia explicar o que via.

O impulso de Bruce de provar a falsidade das lembranças de James da vida passada adiciona um grande significado a esta fascinante história. Vemos o quanto ele se esforça para encontrar uma explicação "racional". Observamos, enquanto ele vai no encalço de pistas com a tenaz perseverança de um detetive, que não se satisfaz com nada menos do que fatos concretos. E o conjunto de provas que ele e Andrea reúnem, por meio de sua laboriosa pesquisa, é a principal razão pela qual a história dessa família é tão extraordinária. A volta também é especial de outras maneiras. Somos testemunhas de algo milagroso na maneira pela qual o jovem James tocou o coração de tantas pessoas. Sua família atual, a família de sua vida anterior e os veteranos sobreviventes que lutaram ao seu lado em sua vida pregressa foram profundamente afeta-dos por James. O que surgiu com tanta naturalidade para esse menino abalou as convicções arraigadas daqueles que o cercam. Sua história revela uma nova perspectiva de vida e morte para qualquer pessoa que perceba que isso não foi apenas fruto da imaginação de uma criança, e sim algo dolorosamente real.




14 Comentários:

Vanessa disse...

Vanessa Rodrigues Gabriel
vanis.rg@gmail.com

Anônimo disse...

Se você acredita em reencarnação ou não, essa história é extremamente significativo. Investigação Bruce Leininger descoberto as histórias dos 21 homens que morreram enquanto servindo nosso país fora da transportadora escolta USS Natoma Bay durante a Segunda Guerra Mundial. Os registros militares haviam sido classificados para maiores de 60 anos até que o Sr. Leininger descobri-los, a fim de refutar a informação revelada nos pesadelos de seu filho. A contabilidade dessas mortes mens nunca tinha sido published.The membros sobreviventes da família não tinham conhecimento de como seus entes queridos haviam morrido até que os registros foram enviados a eles pelo Sr. Leininger. Se esta história é atraente para qualquer outra razão, a meticulosa investigação e descoberta de registros militares que trouxe paz e encerramento às famílias sobreviventes que ainda sentia pesar por seus entes queridos gerações mais tarde é uma realização monumental.

Sr. Leininger afirmou que pesquisando os detalhes de como piloto de caça, James M. Huston Jr., morreu e conciliando-os com os terrores da noite, seu filho foi "um choque de realidade versus fé". Sua jornada levou-o de tentar desmentir a informação de, lentamente, justificando-o como um verdadeiro relato histórico. A evidência é esmagadora. Se você é um crente ou não crente, esta história é sobre uma renovação e aceitação da fé. Ele fez o Sr. Leininger re-examinar o seu próprio sistema de crenças e, finalmente o fez acreditar ainda mais forte em que Deus promete a todos nós .... que da vida eterna da nossa alma.

Lambert disse...

Esta foi uma história incrível! Eu geralmente sou bastante cético quando se trata de temas como. Especialmente quando se trata de ramificações religiosas de "reencarnação". Mas então, como um realista mesmo, os conceitos de "Cristo" e "Salvation" têm seu próprio lugar na prateleira que eu chamo de "Fé".

Foi um ato incrível de fé quando Bruce estabelecidos para refutar a reencarnação de James M. Huston Jr., a fim de validar suas próprias crenças. Eu duvido que minha fé é tão forte. Eu não costumo ir sobre perguntas que eu não quero saber as respostas - mas Bruce fez. Felizmente, a sua fé parece ter sobrevivido intacto. Quanto a mim - minha mente abriu um pouco mais largo e minha visão de Deus é preenchido com mais admira.

Rev. Ben Cox disse...

Acabo de terminar uma tese de mestrado sobre mediunidade e evidência de sobrevivência. É incluído um capítulo sobre a reencarnação. Eu fui forçado, pela minha pesquisa, de olhar para todos os lados da questão e tornar-se bastante crítico e bastante cético. Eu olhei em muitos casos estudados pelo Dr. Ian Stevenson na Índia. Eu também olhou para um caso que surgiu sob hipnose na América e tinha minhas dúvidas. Eu então olhei para caso de Jenny Cockell do outro lado o tempo ea morte, e vim embora perturbado por alguns elementos da sua história que realmente desacreditada ela. Eu, então, deparei com este livro e aplicado as mesmas críticas a esta história que eu tinha aplicado em outro lugar. Eu li um comentário crítico que a criança disse muito pouco na entrevista à TV, ao passo que seu pai fez a maior parte da conversa. Assim, escusado será dizer que eu estava no meu guarda! Saí convencido de que este livro aqui temos um pássaro "autêntico precoce" caso, isto é, um caso em que a criança pequena, em torno de dois anos de idade, lembra-se e verbaliza detalhes de vidas passadas. Achei que aqui, o pai era muito céptico, e combateu a idéia da reencarnação até o amargo fim. O livro é extremamente bem escrito e constrói o processo passo a passo para o que eu senti foi um pouco emocional terminando. Esta história merece ser lido, por crentes e não crentes, para aumentar a nossa consciência, que não importa o que a nossa fé religiosa, há mais à vida e à sua continuidade do que sabemos.

(comentário ao lançamento do livro na Amazon)

Sarah Vigil disse...

"A Volta" é um relato muito interessante de uma criança muito jovem tendo sonhos e sabendo factos sobre acontecimentos históricos, quando ele era inteiramente jovem demais para ter adquirido o conhecimento através da televisão, livros ou na Internet. Implorando a questão, é realmente Leininger James James Huston reencarnado ou tem alma James Huston James comunicou-se com pouco, através de seus sonhos?

Muitos pais se perguntam onde suas crianças venha com observações maduro e tal; Soul Survivor fornece uma resposta porque o Leiningers ambos tinham a curiosidade ea coragem de investigar as divagações de seu filho. Há tantos eventos em Soul Survivor que suportam a teoria de que as almas são eternas e reencarnação é possível.

Se ler com uma mente aberta, essa história de reencarnação é fascinante. Eu recomendo este livro para quem está oscilando frente e para trás sobre sua crença na reencarnação.

(Comentário ao lançamento do livro na Amazon.com)

Leafpepper disse...

Eu apreciei livros Carol Bowman, no passado, assim que este era um natural para mim quando eu vi o Leiningers entrevistado no GMA sobre memórias de seu filho de vidas passadas. O Leiningers não apresentam um quadro muito simpática no início do livro - Casal de energia superficial das empresas, obcecado com a perfeição, frenéticos sobre a aceitação do seu filho para o "direito" de infância fazendo sua conversão gradual forçado a crença na reencarnação mais poderoso. Eu adorava especialmente os últimos capítulos, onde Bruce está subempregada e começa realmente abrir seu coração para os pilotos idosos Segunda Guerra Mundial e os membros sobreviventes da família, que mostra um crescimento real do pai ausente que tinha estado a trabalhar 12 horas por dia para o homem que cherishs cada minuto gasto com a tripulação da Baía Natoma. É aí que reside o problema: 50% do livro é gasto vendo a vida do pré-Leiningers conversão, o consumidor médio americano - casa de decoração, atendendo cookouts, escolhendo papel de parede e parede de cores. Apenas os dois últimos capítulos documento James reunião de seus companheiros da tripulação Natoma, reconhecendo-os imediatamente por voz, conhecer sua irmã Anna intensamente e saber detalhes pessoais de sua infância, e os pilotos de avião reunião que reconhecê-lo como um profissional treinado. Estes encontros surpreendentes são dadas apenas uma frase cada um, enquanto páginas inteiras no início do livro são dedicados a regimes de Andrea faxina. O estado de escritores que James foi a estrela da reunião da tripulação Natoma, mas nenhum detalhe é dado. Parece que eles saíram correndo da sala, no final do livro, mas ao invés de editar os primeiros capítulos que shoehorned todo o material realmente interessante para os dois últimos capítulos não ter detalhes de conversas ou reuniões. Talvez eles estão economizando para que uma sequela? Outra kvetch, eu comprei a versão do Kindle, que não contém fotos, mapas e ilustrações - que a versão de impressão conter material que não seja de texto? Eu adoraria ter visto James 2 e 3 James como avatares (reencarnações) diz-se que se assemelham a sua imediata vidas passadas.

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R. Moran disse...

Uma criança pode ver / sentir / conhecer coisas que os adultos não podem? James parece ter um conhecimento muito além de seus anos e experiências - e mamãe e papai sabem que têm de provar ou desmentir o que seu filho precioso está experimentando. Dado que estes episódios podem ser validados pela história escrita e testemunhas oculares, ele apenas envia arrepios na sua espinha. Soul Survivor não é sobre religião, mas ele quer levá-lo a questionar sua fé ou a reforçar a sua fé.

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Anne M. disse...

Essa história precisava ser trazido para tantas pessoas quanto possível. Não estou surpreso de ver alguns comentários que representa um certo cinismo, espiritualmente cegos e teimosamente retrógrada atitude em relação ao tema da reencarnação. Mas o fato de que alguns são cegos, não significa que outros não podem ver. A realidade de nossa existência, antes de tomar após o nascimento e nossos corpos morrem não só é verdade, mas foi demonstrado inúmeras vezes por aqueles que têm a capacidade incomum para recordar sojourns outro material de sua alma eterna. Também tem sido atestada por videntes e sábios ao longo do tempo. A humanidade precisa acordar para a realidade espiritual. Esta é uma história muito humana que não somente afetou pouco James e sua família, mas a família sobrevivente de James, o piloto da Segunda Guerra Mundial. Além disso, os membros da família sobrevivente de outros pilotos na Segunda Guerra Mundial que a operação especial, finalmente teve encerramento sobre o que aconteceu, o que é ainda mais surpreendente. E finalmente, esta história deve dar algum conforto para muitas pessoas que podem ou não tiveram sua própria realização pessoal, consciente da eternidade da alma. Além da fé, muitos de nós sabemos por experiência própria que não há um plano maior para todos nós, dentro do qual todos nós um papel pequeno. Esta história marcante acrescenta ao conjunto de conhecimentos e confirma apoio à nossa verdadeira identidade como seres espirituais tendo uma experiência material (e não apenas um, não teria que estar a tentar limitar o infinito Criador e da Criação?) Kudos a esta família para ser assim amoroso, de mente aberta, e determinado a ajudar o seu filho encontrar a paz com suas lembranças, e para chegar aos outros, bem como com a sua experiência única.

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J.H. disse...

A história de James, ambos, apresentado neste livro foi cativante. Com a pesquisa ea paixão inegável para encontrar a verdade que foi apresentado pelos pais, o livro foi uma boa leitura. Entretanto, por causa das páginas infinitamente tedioso e chato sobre as bebidas alcoólicas estar bêbado, as histórias ridículas de opções de papel de parede, a lista de menus e personalidades da família, acabei skimming a história de "só o fato de, dona." Os escritores devem ter dado um grande passo para trás e simplesmente tentou durante aa livro mais conciso, em vez de relacionar minutuae. Por que eles não oferecem mais informações sobre a família visitar a ilha remota, onde o avião caiu. Teria sido muito mais interessante que todas as páginas cheias de angústia sobre o problema do pai e responsabilidades do cargo.

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Mari B. disse...

Acabei de terminar de ler este livro depois de ver o programa sobre isso na GMA. Foi excelente! Eu não poderia colocá-lo para baixo e terminou-o em um dia e uma manhã. Achei que todos os aspectos do livro convincente e real. Existem fatos e coisas que aconteceram que não poderia ser feito para cima. Muitas vezes eu achei que tinha arrepios. A interjeição ocorrências de cada dia, como o menino inundando o banheiro ou a quebra do banco do carro de seu pai para que o pai tinha de dirigir-se para Houston em uma posição propensa cracked me up. As histórias dos homens da Baía Natoma quebrou meu coração e me fez chorar. É simplesmente fantástico. Eu tenho um renovado sentimento de fé. Como um cristão, por vezes, só temos de pensar fora da caixa. Talvez isso é o que se entende por "vida eterna"?

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J. Lansing disse...

Como enfermeira tenho sido exposta a "histórias" de entes queridos, minha mãe (a minha avó "habilidades") e que aprendeu a manter uma mente aberta.
Só existem duas explicações para esta história.
# 1 Esta é uma brincadeira muito complexo que envolve um número incontável de pessoas e de sua cooperação. Sem mencionar o treinador de um menino que começam na idade 21 / 2 e sua habilidade para recitar o que foi treinado com ele na demanda. (ler todas essas isso com as crianças sabem muito bem do que imposability)
OR
# 2 Mais uma vez, na minha vida, eu vim através de algo que eu não posso explicar
Ainda acho tão intrigante que eu não consigo parar de pensar nisso!
Leia o livro em 10 horas direto. O autor utiliza uma grande quantidade de enchimento, mas os fatos falam por si. Grande livro de férias!

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R. Kane disse...

Eu li este livro em uma tarde ... as lágrimas vieram aos meus olhos como os pais explicam como os nomes boneca correlacionados com os três pilotos que o precederam James Huston em morte ... eo menino afirmando como uma questão de fato: "Eu estava cumprimentado no céu por Billie, Leon, e Walter. " Uau! Se isso não é prova, o que é? Além disso, todos os detalhes James pouco sabia sobre sua "irmã", Annie, e sua família anterior ... e chamar-se "James 3", pois o aviador era James Huston Jr., muito mais na história, muito convincente!

(Comentário ao lançamento do livro na Amazon.com)

Cristiane disse...

Meu nome é Cristiane Vieira
Meu e-mail é cvieira.s@hotmail.com

Andressa disse...

Estou enviando em anexo o meu depoimento (estória real) sobre reencarnação. Espero poder participar do concurso.

Aguardo contato.

Andressa Stein
stein_andresss@yahoo.com

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