27 de mar de 2010

FAMÍLIA JUDIA ATESTA AUTENTICIDADE DE PSICOGRAFIAS

A fé no trabalho de Chico Xavier ultrapassa barreiras religiosas. Até uma família judaica reconheceu palavras do filho morto em 50 cartas psicografadas.
Fé, crença no espiritismo ou uma questão de confiança? Chico Xavier ganhou respeito e superou barreiras em várias religiões. Foi assim com a família Muszkat, uma típica família judia, numerosa e extremamente religiosa.

Moradores de São Paulo, todas as sextas-feiras, eles se reúnem para celebrar o shabat, o sábado judeu, dia de descanso e orações. Mas um drama familiar os aproximou de forma profunda a Chico Xavier. “Eu rotulo ele como o melhor homem que eu conheci aqui embaixo”, afirma o médico David Muszkat.

“O Chico Xavier junto com meus filhos e meu marido me deram o alicerce para que eu pudesse me manter em pé e continuar a viver”, revela a instrumentadora cirúrgica Sonia Muszkat.

A morte inesperada do filho primogênito, Roberto, há 31 anos abalou intensamente a família. Aos 19 anos, ele fez uma cirurgia de desvio de septo e sofreu um choque anafilático, uma reação alérgica súbita, com os medicamentos pós-cirúrgicos, e não resistiu.

“A morte do meu filho realmente foi o fim do mundo e é o fim do mundo até hoje. Faz 31 anos que meu filho desencarnou e parece que foi ontem”, afirma Sonia.

O desespero e uma forte depressão levaram o casal a aceitar a sugestão de amigos para um encontro com Chico Xavier, mas a desconfiança no início era grande.

“No primeiro contato, ele me deu a mão, beijou a minha mão e falou assim: ‘Dr. David, a morte não existe’. Aí, eu falei: ‘como não existe a morte? Enterrei meu filho faz um ou dois meses’”, conta o médico.

Quando as cartas de Roberto começaram a chegar, veio a surpresa: lá estavam detalhes que só a família poderia saber. Inclusive palavras em hebraico, idioma que Chico não conhecia.

“Eu não sabia mais nada. A minha alegria foi muito grande. Eu tive uma prova de que meu filho estava realmente vivo, pela mensagem que ele mandou. São coisas que o Chico não sabia, porque eu não era amiga do Chico Xavier”, afirma Sonia.

O marido demorou a se convencer. “Eu lia aquilo várias vezes até que começou a vir coisas lá que não tinha como eu contestar, porque só eu podia saber disso”, lembra o Dr. David.

Ao todo, foram 54 mensagens psicografadas por Chico Xavier, mas a devoção ao médium não abalou as convicções religiosas da família. “Eu não deixei de ser judeu”, declara o médico. “Vou à sinagoga, respeito as nossas tradições”, diz Sonia.

Independente de crença ou religião, Chico Xavier conquistou um lugar especial nessa família. “Eu tenho um respeito danado pelo Chico Xavier”, afirma David.

“Eu tenho seis filhos. No meu coração, tem seis lugares, mais o sétimo que é do meu marido e tem o oitavo que é o Chico. Então, no meu coração, ele está sempre presente”, afirma Sonia.
ISABELA ASSUMPÇÃO

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