17 de out de 2010

A MORTE NÃO É NADA (AMOR NUNCA DESAPARECE) - St. Agostinho

O amor nunca desaparece

"O amor nunca desaparece por morte é um não-evento.
Tenho apenas se retirou para o quarto ao lado porta.
Você e eu somos os mesmos, o que fomos um para o outro, ainda estamos.
Fale para mim como você sempre tem, não use um diferente tom, não fique triste.
Continue a rir do que nos fizeram rir.
Sorria e pense em mim.
A vida significa o que sempre significou.
A ligação não é interrompida.
Por que eu deveria estar fora de sua alma, se eu estou fora da sua visão?
Vou esperar por você, eu não estou aqui, mas apenas do outro lado deste caminho.
Você vê, tudo está bem. "

Jamie Miller C - Editora Fair Winds, 2003 - 184 páginas


Oração n. 59

A morte é nada, eu só tenho escapuli para a próxima sala.
Tudo o que nós éramos uns aos outros, que ainda estamos.
Chame-me pelo meu velho nome familiar, fale comigo no forma mais fácil que você sempre costumava fazer.
Ria como sempre riu da piadas que desfrutamos juntos.
Tocar, sorria, pense em mim, reze por mim.
Deixe meu nome ser a palavra de casa que sempre foi.
Deixe-a ser falado sem esforço. A vida significa tudo o que ele jamais significou. É o mesmo que sempre foi, não há absolutamente inquebrável continuidade.
Por que eu deveria estar fora de sua mente, porque estou fora da sua visão?
Eu estou esperando por você, para um intervalo, em algum lugar muito próximo, apenas em torno do canto.
Tudo está bem. Nada é passado, nada está perdido.
Um breve momento e tudo será como era antes, só que melhor, infinitamente mais feliz e para sempre - vamos ser um com Cristo.



* * *
Na verdade, a passagem acima é de autoria controversa. No Brasil, é comumente conhecida como "Oração de Santo Agostinho", mas sem atribuição precisa da fonte e apenas indicando-a como do religioso católico argelino, radicado na Itália, Santo Agostinho de Hipona (354 a 430). Em pesquisas, foram encontradas as duas versões acima.
De outro lado, há versões semelhantes atribuídas ao pároco da Catedral de St. Paul (Londres) e professor de Teologia da Univerdade de Oxford, na Inglaterra, Henry Scott Holland (veja aqui);  ao padre Giacomo Perico (Ranica, 1911 - Milão, 2000), veja aqui; e  à escritora de língua inglesa Rosamunde Pilcher, em trecho do livro "Setembro" (Bertrand Brasil, 16a. edição, Tradução de Angela do Nascimento Machado, pág. 450).

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