3 de nov de 2010

TESTEMUNHOS DE FAMOSOS SOBRE A REENCARNAÇÃO

Retornando a um tema recorrente, trago hoje uma série de testemunhos de personalidades famosas que adotaram a teoria da pluralidade de existências. Foi preciso chegar aos tempos modernos e à liberdade de pensar e de discutir publicamente, para que a verdade das vidas sucessivas pudesse renascer à grande luz da publicidade. Foi em 1.857 que Allan Kardec publicou O Livro dos Espíritos, no qual expõe todas as razões filosóficas que o conduziram à admissão da teoria das vidas sucessivas, e é a ele, principalmente, que se deve a propagação dessa grande verdade.

É bom notar que a doutrina das vidas sucessivas foi disseminada, no último século, entre o grande público, pôr vários romancistas, tais como, Balzac, Théophile Gautier, George Sand, Victor Hugo, etc.

Podemos citar ainda grandes nomes que deram seu testemunho a favor da reencarnação:

Benjamim Franklin (1706 – 1790), norte americano escreveu: “Quando vejo que nada é aniquilado nos trabalhos de Deus, e nem uma gota d’água é desperdiçada, não posso supor que haja o aniquilamento das almas ... Assim, vendo que existo no mundo, acredito que, sob uma forma ou outra, sempre existirei. E, com todos os inconvenientes que a vida humana tende a oferecer, não farei objeções a uma nova edição da minha, esperando, contudo, que a errata da última seja corrigida...”

Johann Wolfgang Von Goethe (1749 – 1832), poeta, dramaturgo e filósofo alemão, respondeu a alguém, por ocasião do funeral do poeta Wieland: “Estou certo de que estive aqui, como estou agora, mil vezes antes e espero retornar mil vezes ...”

Henri Ford (1863 - 1947), industrial norte americano, disse numa entrevista: “Adotei a Teoria da Reencarnação quando tinha vinte e seis anos...Quando descobri a reencarnação foi como se tivesse encontrado um plano universal... A descoberta da reencarnação tranqüilizou a minha mente. Se vai registrar essa conversa, escreve-a de forma a tranqüilizar a mente dos homens. Eu gostaria de comunicar a outros a calma que a visão de uma longa vida nos dá”.

Mohandas Karamchand Gandhi (1868 – 1948), líder nacionalista hindu, conhecido como Mahatma Gandhi, afirmou: “Não posso pensar em inimizade permanente entre homem e homem, e, acreditando, como acredito, na teoria do renascimento, vivo na esperança de que, se não nesta existência, mas em alguma outra, poderei abrir os braços a toda a Humanidade, num amplexo amigo.”

Victor Hugo (1802-1885), poeta e romancista francês que viveu no Século XIX, falou da vida e da morte dizendo: "A cada vez que morremos ganhamos mais vida. As almas passam de uma esfera para a outra sem perda da personalidade, tornando-se cada vez mais Brilhante. Eu sou uma alma. Sei bem que vou entregar à sepultura aquilo que não sou. Quando eu descer à sepultura, poderei dizer, como tantos: meu dia de trabalho acabou. Mas não posso dizer: minha vida acabou. Meu dia de trabalho se iniciará de novo na manhã seguinte. O túmulo não é um beco sem saída, é uma passagem. Fecha-se ao crepúsculo e a aurora vem abri-lo novamente".

Honoré de Balzac (1799-1850), romancista francês afirmou: "As virtudes que adquirimos, e que se desenvolvem em nós lentamente, são elos invisíveis que ligam cada uma das nossas existências às outras. Existências das quais apenas o espírito tem lembranças, porque a matéria não guarda memória de coisas espirituais. Somente o pensamento guarda as tradições de uma vida passada".

Arthur Schopenhauer (1788-1860), filósofo alemão dizia: "Quando morremos, lançamos fora a nossa individualidade como roupagem usada, e nos regozijamos porque estamos para receber outra, nova e melhor".

Léon Tólstoi (1828-1910), romancista russo, poeta e reformador social, também falou da reencarnação com as seguintes palavras: "Já que vivemos através de milhares de sonhos em nossa vida presente, assim nossa vida presente é apenas uma das muitas milhares de vidas pelas quais passamos, vindos de outra vida, mais real, para a qual retornamos após a morte".

Pitágoras (570-496 AC), filósofo e matemático grego, assim como Sócrates, Platão e outros tantos filósofos da Antigüidade (4000AC - 476DC), tinham a convicção plena da reencarnação dos espíritos.

Nenhum desses pensadores eminentes utilizavam-se do termo "reencarnação", mas a idéia da pluralidade das existências era conhecida e admitida, pois a palavra reencarnação foi transcrita por Allan Kardec, codificador do Espiritismo no século XIX.  “Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a Lei”, disse Allan Kardec. Graças a ele, graças à Escola Espírita, a crença nas vidas sucessivas da alma popularizou-se, espalhou-se por todo o Ocidente, onde conta hoje milhões de partidários. O testemunho dos Espíritos veio dar-lhe sanção definitiva.

Imagem: Mel Gama

1 Comentário:

CARLOS NOGUEIRA disse...

Eu acredito que só uma pessoa que realmente não acredita em Deus, possa achar que tudo se acaba na morte do corpo. A continuidade no mundo espiritual é tão evidente e tão de acordo com a bondade de Deus, que eu não tenho nenhuma dúvida disso apesar de não frequentar nenhuma religião que para mim não é o mis importante.

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