1 de abr de 2011

'AS MÃES DE CHICO XAVIER' ESTRÉIA HOJE NOS CINEMAS

Nelson Xavier, pela segunda vez no papel de Chico Xavier
A história de um dos principais e mais conhecidos médiuns do Brasil é retratada mais uma vez nas telas do cinema. Agora sob a ótica de pessoas que foram auxiliados por ele. No roteiro do longa "As mães de Chico Xavier", que estréia hoje, em todo o Brasil,  um jovem jornalista é levado a fazer uma reportagem televisiva sobre o trabalho de Chico. Ao chegar ao centro espírita no qual o médium psicografa as cartas o rapaz tenta, em vão, entrevistá-lo e recebe a dica: “procure as mães”. Três histórias de dor, sofrimento, perda, aprendizado e amor se desenrolam na trama.

As mães de Chico Xavier é um filme forte. Dirigido por Glauber Filho e Halder Gomes, com produção assinada por Luiz Eduardo Girão. O longa-metragem está longe de possuir jeito de ficção – característica de filmes sobre o tema “vida além da morte”. As mães de Chico Xavier têm cara de cinema brasileiro e autêntico. Mais uma vez a temática espírita deve fortalecer o “gênero transcendental” e confirmar a sua aceitação frente ao público brasileiro. O filme é baseado em histórias reais e no livro Por trás do véu de Isis.

A fotografia e sonoplastia, assinadas respectivamente por Flávio Venturini e Carina Sanginitto, são destaques. Bem como a atuação das atrizes Vanessa Gerbelli e Via Negromonte que perdem seus filhos em situações extremas e se reconfortam após “reencontrá-los” por intermédio de Chico Xavier.

As cenas que tratam sobre perda – ou desencarne – são sutis, cheias de poesia, a morte não é algo sofrível que representa o fim. As cenas são capazes de levar as lágrimas, fazer homens e mulheres da plateia lavarem a alma após ouvir as palavras de sabedoria expostas no longa.

Ao final, uma mensagem de uma personalidade mundial fala às mulheres sobre o aborto. Fechando a história com a afirmação de que o bem maior é a vida, esteja ela em que estágio estiver. (A partir do portal A Crítica. Leia no original)

No vídeo acima, o portal A Crítica.com entrevista o cineasta e produtor Luiz Eduardo

2 Comentários:

Anônimo disse...

eu adorei ler os livros da zibia e de outros,pois me fortaleceu muito saber que a vida continua após a morte!e que alma da gente e eterna!eu sou vivia chorando me sentia sozinha depois que eu comecei a ler o primeiro livro o nome do livro era o Diário de sófia.minha vida mudou!hoje eu posso dizer que sou uma pessoa confiante? hoje sinto pessoas ao meu lado sinto que e amigos luz que só quer o meu bem!obrigada a todos os médiuns que Deus ilumine vcs sempre e que nossos amigos de luz esteja sempre ao nosso lado!

Anônimo disse...

amei ler os livros da zibia acontecia coisas comigo que nao sabia explicar mais os livros dela me deram uma auto estima muito boa acredito que a morte nao e o fim mais sim o comeco assim como nao vemos deus mais sabemos que ele existe assim sao os espiritos que deus ilumine todos vcs

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