27 de set de 2011

'A MEDIUNIDADE ABRE A SENSIBILIDADE', DIZ ZIBIA GASPARETTO

Trazemos hoje a reprodução da entrevista realizada pela apresentadora Ana Maria Braga com a médium e escritora espírita Zibia Gasparetto. A conversa foi realizada no programa "Mais Você", da Rede Globo, e exibida dia 19 de setembro de 2011. Na oportunidade, ambas falaram sobre mediunidade e espiritismo, e sobre a curiosidade que os temas despertam. “Nós vamos conhecer um pouco sobre uma mulher que eu tenho uma profunda admiração, a Zíbia Gasparetto. Mas, você já se perguntou como a mediunidade dela começou e aconteceu? Vou deixar ela mesma contar”, disse Ana Maria Braga, ao anunciar a autora.

Em depoimento, Zíbia falou que na adolescência colecionava muitas frases de filósofos, porém, aos 22 anos, ela se levantou e começou a falar em alemão, mesmo desconhecendo a língua. “A entidade que estava comigo aquela hora ficava muito brava, porque meu marido não entendia tudo”, relatou a escritora. Desde então, ela passou a desenvolver essa mediunidade.

Comunicação entre vivos e mortos

Zibia começou a conversa com Ana Maria falando sobre sua relação com o marido Aldo Luiz Gasparetto. “Ele partiu em 1980, ele desencarnou em menos de cinco minutos em um infarto fulminante. Então, eu tive que aprender a andar com as próprias pernas. Acho que ele se foi porque eu precisava desenvolver a minha capacidade, o meu trabalho, e eu fiquei mais livre para isso. Mas ele continua, a vida continua. Se eu estou preocupada com alguma coisa, eu tenho uma poltrona ao lado da minha cama, ele vem e senta, não fala nada, mas eu o vejo ali dizendo para eu ficar firme porque ele está me apoiando. O amor continua”, admitiu ela.

Aos 85 anos, Zíbia contou como é a sensação de receber a entidade Lucius. “É uma voz que eu escuto dentro da minha cabeça. Dá para saber o timbre, eu sei que é voz de homem. No início, ele me acompanhou durante uma temporada, e me ensinava uma série de coisas. Ele foi me mostrando casos sobre o comportamento das pessoas”, relatou. “Quando ele se aproxima acontece uma clareza mental, a mente se abre, fica tudo lúcido, é uma sensação muito boa”, disse ela.

Sensitivos

“A mediunidade abre a sensibilidade, se a pessoa tiver uma personalidade otimista, mais centrada, ela fica bem. Mas, se for dramática, emocionalmente perturbada, ela vai sofrer com enjoos, atordoamento, dor na nuca, começa a sentir arrepios, mal estar. A mediunidade ajuda a pessoa, pois, diante disso ela vai entender que enquanto ela não gerenciar o seu pensamento, não escolher melhor as coisas da sua vida, ela vai passar por isso”, explicou Zíbia.

A escritora também discorreu como foi a sua relação com seu dom logo após o momento da descoberta. “Nos primeiros dois anos, eu não acreditava que os espíritos pudessem mexer com o seu corpo, com a sua saúde. Parecia que eu iria enfartar, até o dia que eu decidi encarar e percebi que era isso mesmo. Eu não dormia, parecia um zumbi dentro de casa, foi, então, que eu percebi que eles atuam na matéria e mudei completamente”.


PRIMEIRA PARTE

SEGUNDA PARTE


TERCEIRA PARTE

1 Comentário:

lela disse...

estou lendo alguns livros seus,e gostei muito de suas obras quanto mas eu leio mas eu me intereesso por seus livros querendo saber maise mais sobre todo este mundo espirita, que abrange um universo de misterio e me sinto muito bem.alias gostaria de saber mais sobre voce que tem me ajudado muito,um abraço daniela

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