3 de set de 2011

LIVRO ENSINA SUPERAR 'PERDA DE PESSOAS AMADAS'



Em 2004, por conta de sua atuação na Fundação Espírita Allan Kardec, de Juiz de Fora (MG), o advogado e terapeuta Armando Falconi Filho iniciou uma série de reuniões, todas às terças-feiras, para discutir a morte a sua repercussão na vida daqueles que ficam. A partir de então, as "Reuniões de Entes Queridos", como foram chamadas, passaram involuntariamente a criar um material rico, que agora é transformado no livro "Perda de Pessoas Amadas" (Editora EME, 160 págs.).

O que, a princípio, tinha apenas o objetivo de auxiliar pessoas emocionalmente abaladas pelo desencarne de familiares ou amigos, passou a ser uma fonte de esclarecimento sobre esse momento fatal e extremamente delicado pelo qual todos nós passamos e que desestabiliza emocionalmente muitas pessoas. De alguma maneira, todos nos achamos incapazes de administrar equilibradamente a separação do seu ente amado e, mesmo entre os espíritas, o equilíbrio entre o sentimento e a razão nem sempre é fácil. 

Além de informações esclarecedoras sobre padrão de crenças e valores, contribuindo para um raciocínio mais lógico e mais tranquilo sobre a morte, o livro aborda relevantes questões, tais como: desencarnações coletivas, o verdadeiro sentido do verbo “perder”, quem pode ver e ouvir espíritos, contato com espíritos desencarnados através do sono físico, programa reencarnatório, choro da utilidade etc. , numa linguagem simples, clara e objetiva.
 
Armando Falconi
"Estamos acostumados a ligar a palavra morte apenas à ausência de vida. Encarar a morte, na teoria, é mais fácil, porém ao sermos visitados por ela através de um ente amado, muda tudo. Muitos de nós caímos no desespero, na tristeza, lamentação, choro e até revolta contra Deus", diz o autor. Com este novo trabalho, ele pretende ajudar o leitor a encarar a morte de uma forma menos dorida, trazendo compreensão e força.


“Nossos afetos continuam vivos, os laços não foram cortados”, defende. Lendo e refletindo você vai perceber que o túmulo nos separa apenas fisicamente das pessoas que amamos, mas elas continuam “vivas” e estão ligadas a nós através dos laços de amor. Elas apenas vivem numa outra dimensão, percebem nossas emoções e tudo o que sentimos em relação a elas.

1 Comentário:

Anônimo disse...

Deus sabe o que faz!

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